O símbolo da PJ Maringá é uma criação do jovem Gelinton Batista da Cruz, da paróquia Nossa Senhora da Liberdade. Assim como o símbolo nacional da PJ, representa uma cruz estilizada, como se ela estivesse deitada no chão, servindo de estrada, um caminho, rumo à “Civilização do Amor”.

A cor vermelha do nosso símbolo é a cor da paixão. Paixão pelo novo, pelo protagonismo juvenil, pela utopia. E quando realmente estamos apaixonados, a gente respeita, a gente cuida, a gente ama. Enfim, amar nos leva a “Civilização do Amor”.



PASTORAL: A palavra vem de Pastor. Nosso Pastor é Jesus Cristo. Então fazer Pastoral é fazer o que Jesus fez. Pastoral é serviço, ação, trabalho de quem segue a Jesus. A Pastoral da Juventude é composta, organizada, desenvolvida e executada por jovens.

DA: Pastoral "DA" Juventude e não "DE" Juventude. Se fosse "DE" Juventude, seriam os outros, padres, religiosos(as), adultos e leigos, trabalhando para os jovens. Mas sendo Pastoral da Juventude significa dizer que o compromisso é de toda a Juventude e não de um grupinho para ou com a Juventude. A responsabilidade de fazer é dos jovens.

JUVENTUDE: Fase da vida humana, onde se tomam decisões mais importantes, que darão rumo na vida;é a plenitude dos ideais, é sonhar, criar, acreditar e realizar.

PASTORAL DA JUVENTUDE é tempo de descoberta pessoal, grupal e da sociedade. O jovem começa a ouvir, ver e sentir toda a realidade que o envolve que faz parte dele. Sente, então, o apelo de Deus e tenta dar uma resposta. Já não se pode ficar só na REFLEXÃO e ORAÇÃO. É necessário partir para a AÇÃO.

Portanto, Pastoral da Juventude é a ação dos jovens para todos os jovens.


Qual o objetivo da Pastoral da Juventude?
Despertar os jovens para a pessoa e a proposta de Jesus Cristo, desenvolvendo com eles um processo global de formação a partir da fé, para formar líderes capacitados a atuarem na própria Pastoral da Juventude ou em outras Pastorais da Igreja e em seu meio específico, comprometidos com a libertação integral do homem e da mulher, bem como da sociedade, levando uma vida de comunhão e participação.


Recordar e resgatar a história da Pastoral da Juventude Nacional (PJ) é um ato maravilhoso de rever lugares, pessoas, olhos e sorrisos de milhares de jovens que foram se tornando protagonistas por causa do projeto de Jesus Cristo. É um pequeno aperitivo desta ação que fez a Igreja do Brasil mais comprometida e engajada na construção dos sinais de vida.

"Ai de mim se eu não evangelizar". (1Cor 9,16)

A missão da Pastoral da Juventude é ajudar os jovens a se transformarem em homens e mulheres novos, por meio de uma autêntica vivência do evangelho, impulsionando o jovem para que na medida em que evangelize ele próprio, evangelize também outros jovens e transforme sua realidade de acordo com os valores cristãos.


Porque participar da Pastoral da Juventude?
Para não ficarmos isolados, sempre na mesma coisa, para conhecer outras experiências e compreender a importância do intercâmbio, para descobrirmos que podemos ser mais fortes, ter acesso a mais informações, materiais, enfim, para que contribuamos para o desenvolvimento do senso crítico e a participação de maneira ativa dos diversos seguimentos da sociedade, tendo em vista uma organização com participação de todos os grupos de jovens, construindo, assim, uma "ação efetivamente organizada dos jovens para crescerem na fé e evangelizarem outros jovens".

Será muito importante quando todos os nossos grupos de jovens de nossas paróquias, puderem e quiserem se reunir e trocar ideias e desenvolver atividades em todas as comunidades, sem contar o grande círculo de amizades que se formará entre os nossos grupos.

A Pastoral da Juventude é uma organização formada por muitas lideranças jovens e adultos. É uma rede tecida de várias cores, mas que trabalha de forma muito articulada e relacionada.

No grupo de jovens
O grupo é a base da Pastoral da Juventude. É no grupo e pelo grupo que a Pastoral da Juventude acontece. Quando o grupo busca viver o processo de educação da fé, com base na metodologia proposta pela Pastoral da Juventude, atuar na comunidade, sendo evangelizador no próprio grupo e fora dele entre outros jovens, já está sendo e fazendo a Pastoral da Juventude.

Na Paróquia
A organização paroquial supõe a participação de todos os jovens e grupos de jovens em uma coordenação regular e dinâmica, que se expressam na Assembleia Paroquial ou Reunião Ampliada Paroquial e na Equipe Paroquial de Pastoral da Juventude, composta por coordenadores e assessores paroquiais advindos dos grupos de jovens, assim como do assessor referência na paróquia, podendo ser presbítero, religioso ou leigo.

A organização da PJ na paróquia ajuda a integrar os grupos de jovens e promove sua plena participação em suas estruturas organizativas, por meio de sua presença no Conselho Paroquial de Pastoral (CPP), em que os jovens são acolhidos e ouvidos e se integram com toda a comunidade paroquial.

Na Região Pastoral
Para conseguir uma melhor animação e maior eficácia no trabalho pastoral nas dioceses, as paróquias frequentemente se articulam em áreas pastorais. Nesses âmbitos reproduzem-se no nível correspondente as linhas básicas de organização que se apresentam no nível paroquial.

A reunião desta instância é convocada, normalmente para planejar, deliberar e avaliar as linhas e iniciativas comuns que nortearão a ação pastoral neste nível. A articulação mais comum é a formação de uma equipe com os coordenadores paroquiais ou delegados das equipes paroquiais, eleitos por um período previamente determinado.

Na Arquidiocese
A PJ Arquidiocesana é animada, normalmente, por duas pessoas de referência: um coordenador geral jovem e um assessor adulto. A Equipe Diocesana da PJ, contudo, é formada pelos representantes paroquiais ou das equipes de área, a depender da organização da Arquidiocese.

A equipe diocesana deve ser formada por pessoas com experiência pastoral, capacidade técnica, espírito de serviço, clareza de visão quanto à realidade arquidiocesana e à problemática dos jovens e condições para operacionalizar as opções assumidas, gerando iniciativas que estejam a serviço dos grupos, dos agentes de pastoral e dos jovens em geral. Sempre sem sintonia com a igreja local, em especial com o bispo e o assessor arquidiocesano.

A Assembleia Arquidiocesana da PJ é a instância mais ampla e representativa neste nível. É formada por delegados, em sua maioria, por jovens coordenadores, contando também com assessores, sendo ambos dos grupos de Pastoral da Juventude existentes na Arquidiocese.

A PJ deve estar inserida na organização da Arquidiocese e desenvolver sua ação tendo em conta as orientações e os planos pastorais da igreja local. Onde há conselho diocesano de pastoral e Setor Diocesano de Juventude, a PJ participa de suas organizações, articulações e atividades.

No Regional
As principais tarefas da Coordenação Regional da Pastoral da Juventude é garantir uma caminhada em conjunto das diferentes dioceses, realizar atividades conjuntas e garantir uma articulação da PJ com as diferentes instâncias nacionais.

A coordenação da PJ Regional é formada por jovens que fazem parte das coordenações diocesanas, acompanhadas por um assessor regional referencial, uma comissão regional de assessores e o bispo referencial.

A instância máxima da dimensão regional é a Assembleia Regional ou Reunião Ampliada Regional que define os rumos do trabalho neste espaço, como o Plano Regional de Ação, em consonância com o Plano Nacional da PJ.

No Brasil
A Coordenação Nacional da PJ é composta por um representante de cada dos 17 regionais da CNBB. A equipe de jovens tem como papel ser articuladora, animadora, elo de ligação da PJ dos regionais. É ela que pensa e encaminha as decisões da Secretaria Nacional da PJ, da Ampliada Nacional, os Encontros Nacionais e outras demandas.

A Secretaria Nacional da PJ é a referência para facilitar a comunicação com as coordenações, assessores, dioceses, regionais e parcerias. É um espaço de articulação e animação da caminhada da PJ no Brasil.

A Comissão Nacional da PJ é uma equipe responsável pela assessoria nacional da PJ e nela são distribuídas as tarefas e responsabilidade de acompanhamento de acordo com o perfil de cada integrante.